segunda-feira, 22 de maio de 2017

Curso Online do CAR - Cadastro AMbiental Rural


 Curso Online do CAR de Florestabilidade

SOBRE O CURSO

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) tem o objetivo de mapear as áreas florestais em propriedades e posses rurais no Brasil e gerar informações que ajudam a traçar os caminhos da recuperação ambiental no país e do planejamento de regiões mais produtivas e sustentáveis.
O Curso de CAR do Florestabilidade apresenta informações, práticas e ferramentas para aumentar a qualidade do cadastro e assim garantir que ele seja útil para proprietários e agentes públicos responsáveis por validar o CAR e tomar decisões com base nelas.
PRÉ-REQUISITOS
O curso é dirigido a profissionais da assistência técnica, a outros profissionais envolvidos no cadastramento de imóveis rurais no CAR e a proprietários/possuidores de imóveis rurais, mas todos os interessados são bem-vindos.

EQUIPE

O conteúdo deste curso foi produzido pela área de Meio Ambiente da Fundação Roberto Marinho em estreita colaboração com técnicos do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), Serviço Florestal Brasileiro e apoio da Skoll Foundation.

PERGUNTAS FREQUENTES

Preciso pagar pelo curso ou comprar algum tipo de material?

Não. Este é um curso gratuito e totalmente on-line. Não há versão impressa dos materiais do curso.

O curso emite certificado?

Sim. Todos os que concluírem o curso com pelo menos 70% de aproveitamento receberão um certificado digital atestando a participação.

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Edital “Floresta Em Pé” é apresentado no município de Eirunepé, no Amazonas

Edital “Floresta Em Pé” é apresentado no município de Eirunepé, no Amazonas

O edital “Floresta Em Pé” foi apresentado, entre os dias 10 e 12 de abril, no município de Eirunepé, Amazonas (1.159 km de Manaus). Durante a agenda, gestores municipais, representantes de outras entidades do poder público e de organizações sociais locais tiveram a oportunidade de esclarecer dúvidas sobre a iniciativa realizada pela Fundação Amazonas Sustentável (FAS) e Fundo Amazônia/BNDES, que investirá R$ 2,5 milhões em atividades produtivas sustentáveis.
A FAS participou, no município, da reunião do Conselho Deliberativo da Reserva Extrativista (Resex) Rio Gregório, além de realizar conversas de articulação de apoio a organizações locais e potenciais empreendedores locais por parte de Organizações Não Governamentais (ONGs) com base no município, e de parceiros como a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Instituto Federal do Amazonas (Ifam) e do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam).
Também foram entregues materiais de divulgação do edital para distribuição na sede do município e nas áreas protegidas. “A participação na reunião do Conselho da Resex foi estratégica pois estavam participando algumas das principais instituições que trabalham na região, assim como representantes das secretarias de produção rural, assistência social, meio ambiente e educação. Nesta região, a principal cadeia produtiva trabalhada é a da farinha. Contamos também com o apoio da equipe do Programa Bolsa Floresta, que possui forte articulação no município”, explicou o analista técnico do edital, Silvio Rocha.
Nas próximas semanas, o Edital “Floresta Em Pé” será apresentado nos municípios de Tabatinga, São Gabriel da Cachoeira, Carauari, Nova Olinda do Norte e Maués.

Saiba mais sobre o Edital “Floresta Em Pé”:

terça-feira, 18 de outubro de 2016

A Unidades de Desenvolvimento Sustentáve do Rio Gregorio garante acesso ao crédito rural e aos benefícios previdenciários

Governos Federal e do Estado entregam Concessões de Direito Real de Uso Coletivo a 11 unidades de conservação que abrigam duas mil famílias em comunidades ribeirinhas.
A entrega das CDRUs ocorreu nesta quarta-feira (5), no auditório do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), na Zona Sul (Foto: Márcio Silva)
Populações tradicionais residentes em oito Unidades de Desenvolvimento Sustentável (RDS) e três Reservas Extrativistas (Resex) receberam nesta quarta-feira (05) Concessões de Direito Real de Uso Coletivo (CDRUs). O documento, equivalente a um título definitivo de propriedade, garante acesso ao crédito rural e aos benefícios previdenciários como a aposentadoria, além de incentivar os sistemas sustentáveis de exploração dos recursos naturais. Mais de duas mil famílias foram beneficiadas.
Para o representante da Resex Arapixi, Noel Humberto Dias, a CDRU concedida aos moradores da unidade vai permitir que os extrativistas tenham acesso a políticas públicas que podem alavancar as cadeias produtivas. “Temos 14 comunidades que trabalham com três cadeias produtivas: beneficiamento do açaí, cacau e castanha do Brasil. O principal entrave que temos é a regularização fundiária. Se não tivermos com a terra regularizada não conseguimos trabalhar nessas cadeias”, disse.
O representante da RDS Juma, Edoniete Gonçalves, também destacou a importância das concessões. Conforme ele, agora a população das 34 comunidades tradicionais, que ficam dentro da unidade, terá maior segurança no uso da terra. “Vamos trabalhar mais seguros com esse respaldado. Atualmente trabalhamos com semente de copaíba, andiroba, castanha do Brasil, açaí e mandioca. Ainda este ano pretendemos trabalhar com ecoturismo e manejo florestal madeireiro e não madeireiro”.
As CDRUs eram concedidas às Unidades de Conservação (UCs) por um prazo de cinco anos. Agora são por um tempo indeterminado. A assessora do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IIEB), Francivane Fernandes, salienta que um dos maiores benefícios é a segurança fundiária. “Através desse contrato o governo legítima a posse e uso da terra pelas comunidades tradicionais. Também favorece o acesso a políticas públicas, principalmente de fomento para apoio a produção e  geração de renda”.
A entrega das CDRUs ocorreu ontem, no auditório do Instituto Federal do Amazonas (Ifam), na Zona Sul, onde ocorreu o encontro mensal do grupo de trabalho sobre regularização fundiária em Unidades de Conservação, denominado “Diálogo Amazonas”. A emissão das concessões promove o processo de regularização fundiária nessas áreas. As famílias beneficiadas residem nas RDS Uatumã, Piagaçu-Purus, Uacari, Canumã, Canutama, Juma, Rio Madeira e Rio Gregório, e nas Resex do Médio Purus, Auati-Paraná e Arapixi.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Desafios da agricultura familiar nas próximas décadas é tema de novo livro do IPAM

Brasília, 14 de março de 2016 – O IPAM (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) lança o livro "Caminhos para uma Agricultura Familiar sob Bases Ecológicas: Produzindo com Baixa Emissão de Carbono". Formado por 11 artigos escritos por especialistas que participaram de seminário realizado pelo instituto em 2013, a publicação traça os principais desafios que a produção familiar enfrenta atualmente no Brasil.
Em 2006, de acordo com o último Censo Agropecuário, os produtores familiares respondiam por 71,3% dos 475.775 estabelecimentos rurais na região Norte do Brasil, ocupando 24,3% da área total.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Em Manaus, 11 produtos da cesta básica apresentam alta em janeiro

Preço do tomate subiu na capital amazonense
(Foto: Reprodução/ RPC)

Onze produtos da cesta básica ficaram mais caros em Manaus durante o mês de janeiro. O tomate apresentou maior alta entre os alimentos pesquisados. Apenas o preço do leite teve queda. As informações foram divulgadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) nesta terça-feira (16).  
Segundo o Dieese, os produtos que apresentaram preços mais elevados foram: tomate (alta de 31,05%), açúcar (14,76%), feijão (12,76%), café (7,03%), banana (6,17%), manteiga (4,13%), óleo (2,64%), carne (2,53%), arroz (2,22%), pão (1,71%) e farinha (0,26%).
O balanço divulgado pelo Dieese aponta ainda que o preço do leite teve queda de -1,87%.
O valor da cesta básica para uma família composta por quatro pessoas foi de R$ 1.217,16 durante o mês de janeiro. No mês anterior, o custo da cesta básica para esta mesma família era ligeiramente inferior e foi de R$ 1.103,37.
Manaus segue ocupando a 10ª colocação entre as capitais pesquisadas. Em janeiro de 2016, houve aumento do conjunto de bens alimentícios básicos em todas as capitais onde se realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As maiores altas ocorreram em Goiânia (15,75%), Aracaju (14,71%), Palmas (14,24%) e Brasília (13,32%). O menor aumento foi registrado em Curitiba (1,71%). 
A capital com maior custo da cesta básica foi Brasília (R$ 451,76), seguida de São Paulo (R$ 448,31), Rio de Janeiro (R$ 448,06) e Vitória (438,42). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 329,20), Maceió (R$ 337,32) e Rio Branco (R$ 341,53).
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  • Lista de objetos: SS123456789BR; SS912345678BR; SS891234567BR
    Informe o código de no máximo 10 objetos separando-os por ponto e vírgula

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